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quinta-feira, 16 de abril de 2009

TRANSTORNOS ALIMENTARES



OBESIDADE E COMPULSÃO ALIMENTAR
A obesidade, segundo muitos profissionais da área da saúde, é o resultado da combinação de fatores genéticos e ambientais, ou seja, "é uma condição médica geral, decorrente de multifatores causais, caracterizada, do ponto de vista psicopatológico, como uma identificação de atitudes não saudáveis na pessoa que hipervaloriza o alimento, levando-a ao sofrimento psicológico" ( Barros, 1994).
Adultos obesos, que já tiveram histórico de obesidade em suas infâncias, muitas vezes, apresentam o que é chamado de Transtorno de Compulsão Alimentar Periódica(TCAP), onde, o indivíduo ingere, sem controle, grandes quantidades de alimento, sentindo posteriormente, grande culpa por esse ataque.
Alguns autores observaram certas características próprias de obesos com esse diagnóstico associado:

Obesidade nas fases iniciais da infância

Precoce envolvimento em programas de dietas

Maior frequência de restrição alimentar e do distúrbio da imagem corporal

Sintomatologia depressiva mais evidente

Maior preocupação com comida, levando a grandes oscilações do peso corporal no decorrer da vida e a uma maior prevalência de transtornos psiquiátricos
Normalmente, a ansiedade e o estresse, são as principais causas encontradas, onde o comer compulsivo não é provocado por fome ou prazer, se tornando, muitas vezes, um mecanismo de defesa que evita sentimentos de solidão, fracasso e abandono.
O tratamento nesses casos, deve ser multiprofissional, envolvendo médicos, psicólogos, nutricionistas, onde o indivíduo, para emagrecer e permanecer magro deve mudar seu comportamento alimentar, reeducando seus hábitos, identificando e desvinculando a ansiedade do comportamento alimentar.
Segundo certos autores, existem algumas características de personalidade que dificultam o tratamento:

Impaciência

Intolerância à frustração

Rigidez com resistência à mudança

Perfeccionismo acompanhado de decepção por não conseguir como quer e quando quer

Dificuldades em pedir e receber ajuda profissional
Conforme dados tirados da revista ISTO É (outubro/2000), existem 40 milhões de obesos no Brasil, dos quais 1,5 milhão são crianças (Revista VEJA,1998), onde 25% da população infanto-juvenil pesa mais que o ideal.
Portanto, lembrando que grande parte das crianças obesas se tornarão adultos obesos, fica um alerta principalmente aos pais: a prevenção é fundamental.
Para isto, aqui vão algumas dicas:

Fique atento no comportamento de sua criança

Observe suas reações(da criança) diante de determinadas situações

Ajude-a sempre a identificar e nomear seus sentimentos, notando o que a leva à comida

Oriente-a para que mastigue bastante o alimento e sinta o seu sabor

Jamais use a comida como forma de gratificação ou castigo

Procure ajudá-la em sua dieta não oferecendo muitos doces ou frituras

Incentive, desde cedo, a prática de esportes


Acima de tudo, seja um bom exemplo para seus filhos, mostrando que você é o primeiro a adquirir hábitos saudáveis
Fonte: Dª. Isabela D. Bergamini

2 comentários:

O bEM viVER disse...

Olá, quando eu viajo, fico observando as pessoas, principalmente as mulheres. Olha, aqui em meu estado, Goiás, nas poucas cidades que vou, as mulheres estão, em sua maioria acima do peso .(até eu estou agora, depois de inúmeras agonias; mas já comecei a dieta).

E o x da questão em sua grande maioria é a deseducação alimentar.

Ótimas as dicas aqui, sobre as crianças. Vou levar em uma reunião de pais.

Até mais,

Lena

ANTENADA&RECICLADA disse...

Esse é um mal que está atingindo não só pessoas adultas como também as crianças.
Continue de olho no blog, pois estaremos colocando mais artigos relacionado a saúde e comportamentos.