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terça-feira, 4 de agosto de 2009

Alimentos Transgênicos


Alimentos Transgênicos


Aproximadamente treze mil anos, agricultores iniciaram um lento processo de melhoramento pela seleção das sementes das melhores plantas, descobrindo as primeiras alterações genotípicas. No início do século XX, após a divulgação das pesquisas de Gregor Mendel, que forneceram as bases para o entendimento e a manipulação da hereditariedade, aumentaram consideravelmente a produtividade agrícola.
Entre 1970 e 1980 Foram anos fortes para as grandes transformações da biologia com a descoberta da organização, do funcionamento e da variação do material genético dos seres vivos. Desse conhecimento, decorreram tecnologias que permitiram novas combinações genéticas.
O que são alimentos transgênicos?
São produzidos pela transferência controlada de genes de uma espécie para outra, sem efetuar cruzamentos, com o objetivo de introduzir uma única característica desejada.
Neste programas de melhoramento, são consideradas as seguintes características: aumento da produtividade, resistência às pragas e doenças e qualidade nutricional dos itens cultivados, onde são considerados teor de sacarose e vitaminas, qualidade do óleo e gosto dos alimentos.
As possibilidades de transformação genética em plantas utilizadas como alimento humano são enormes: arroz rico em vitaminas, tomate com elevado teor de licopeno para prevenção do câncer, amendoim sem proteínas alergênicas, bananas contendo vacinas, soja com óleo mais saudável para a dieta de pacientes cardíacos.
A bactéria Bacillus thuringiensis apresenta um gene de interesse, adequado para se introduzir em uma planta que serve como alimento, já que ela produz uma determinada proteína que causa mortalidade de lagartas de borboletas e mariposas ( proteína Cry 1A) e outra que mata larva de besouros ( proteína Cry 3A). Estas lagartas e larvas são pragas para lavouras de milho, algodão, batata, etc. Neste caso, o gene de interesse é o responsável pela produção desta ou daquela proteína. Este ou aquele gene será introduzido na semente de milho, algodão, batata, afim de que a própria planta passe a produzir a proteína que é tóxica para as lagartas ou larvas, tornando-se capaz de defender-se das pragas.
Desvantagens deste alimentos:
São apontados riscos para o meio ambiente e para a saúde do consumidor:
Os principais receios são os riscos do escape gênico, ou seja, de os transgenes se espalharem no meio ambiente por cruzamento natural entre as variedades geneticamente modificadas e seus parentes silvestres, tornando – os difíceis de controlar. Outro receio diz respeito aos efeitos adversos dessas variedades sobre os insetos benéficos. Essas e outras questões de segurança desses produtos são exaustivamente analisadas antes da liberação de qualquer um deles para o consumo e o plantio comercial.
Finalmente, deve ser considerado o impacto econômico produzido pelo cultivo e pela comercialização desses alimentos: quem os colocar no mercado poderá obter lucro, mas acabará excluindo produtos do mercado, podendo criar um monopólio, levando à falência de pequenos agricultores.

Fonte: www.abhorticultura.com.br



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