.

E http://dicasdaantenadaereciclada.blogspot.com/: Com dicas de locais interessantes, compras, decoração, diversão tendo por objetivo a reciclagem, o estar em dia com o que acontece contribuindo para você viver melhor!

.

Related Posts with Thumbnails

sábado, 13 de junho de 2009

DIEESE LANÇA LIVRO A SITUAÇÃO DO TRABALHO NO BRASIL


DIEESE LANÇA LIVRO A SITUAÇÃO DO TRABALHO NO BRASIL
São Paulo, 20 de fevereiro de 2002.
Construir uma sociedade justa no Brasil exige responder a uma pergunta fundamental: qual é asituação dos trabalhadores do país? O que lhes aconteceu após uma década de mudanças e de profundos desequilíbrios, tal como foram os anos 90? Esta resposta não é simples e requerque diferentes aspectos da realidade brasileira sejam levados em consideração.
Para respondê-la, a equipe técnica do DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos - elaborou um conjunto de publicações encabeçado pelo livro A Situação do Trabalho no Brasil, e acompanhada por três livretos com temas estruturantes da produção técnica da entidade: O Mercado de Trabalho no Brasil ; Os Rendimentos do Trabalho no Brasil e As Negociações Coletivas no Brasil , além de um mural informativo.
Estas publicações são parte de uma iniciativa de solidariedade internacional que reúne várias instituições de pesquisa vinculadas ao movimento sindical em todo o mundo. Segue proposta do Economic Policy Institute (EPI), dos EUA, que vem realizando a publicação The State of Working America, ao longo dos anos 90. Livros semelhantes foram produzidos também noMéxico e Canadá. No Brasil, o DIEESE contou, na realização do trabalho, com apoio financeirodo Solidarity CENTER da AFL-CIO.

Fonte:http://www.dieese.org.br/esp/releaselivro.xml
O livro constata a heterogeneidade existente no país, ressaltando as diferenças existentes na distribuição de renda e na situação das famílias brasileiras, tema tratado no capítulo 1. Os dados ratificam a conhecida situação de disparidade existente no Brasil e que se configura em diferenças marcantes entre as várias regiões brasileiras determinadas por um tardio processo de industrialização que se concentrou, a princípio, na região Sudeste do país, expandindo-se posteriormente para o Sul e, só mais recentemente, atingindo o Norte e Nordeste.
As disparidades existentes entre as regiões do país ocorrem também intra-regionalmente, com grande distanciamento entre os ganhos de trabalhadores - e famílias - mais bem remunerados e aqueles auferidos pelas populações de menor poder aquisitivo. A Tabela 1 retrata esse quadro nas seis regiões em que o DIEESE, em parceria com instituições e governos locais, realiza a Pesquisa de Emprego e Desemprego.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Concordância Verbal - Parte 02

Sujeito - Pronome Relativo
Sou uma pessoa que não ofende ninguém.Sou uma pessoa que não ofendo ninguém.
O segundo caso é mais enérgico e afetivo que o primeiro, pois o verbo na terceira pessoa (ofende) é quase indeterminada, sem nenhuma intensidade afetiva, é plano. A segunda frase é muito mais carregada de sentimento, muito mais viva e eficaz. Se o verbo tiver com sujeito o pronome relativo que, ele concordará em número e pessoa com o antecedente deste pronome:
Fui eu que lhe remeti os documentos.És tu, Deolindo, que vais ao escritório do Sr. Xavier?Foram as garotas da promoção que me disseram...
Se, no entanto, o relativo que vier antecedido da expressão um dos, o verbo vai para a 3ª pessoa do plural, raramente para a 3ª pessoa do singular:
Bartolo é um dos gerentes que têm conseguido prestígio.
Sujeito é o pronome QUEM
Fui eu que lhe escreveu semana passada.És tu quem me remeterá os relatórios?
Mas é também possível admitir a concordância com o pronome pessoal:
Fui eu quem lhe escrevi semana passada.És tu quem me remeterá o relatório.
Sujeito com o verbo no infinitivo
As secretárias parece terem gostado do estagiário.As secretárias parecem ter gostado do estagiário.
É indiferente gramaticalmente o uso do singular ou do plural. A diferença é semântica e estilística. Estilisticamente, o emprego do verbo parecer no singular entorpece a construção, tira-lhe a graça, tornado-a rasa e artificial. Quando se diz "as secretárias... ter" a frase ganha mais vida e intensidade afetiva.
Sujeito com o verbo pronominal
Não se pode realizar esses projetos.Não se podem realizar esses projetos.
No primeiro casa chama-se a atenção para a ação: realizar, ou seja, "não é possível realizar esses projetos". No segundo, em virtude da concordância, a atenção concentra-se em projetos. Gramaticalmente, pode-se considerar realizar como sujeito e projetos como objeto e pode-se também considerar projetos como sujeito e então o verbo vai para o plural. Em geral prefere-se a concordância no plural.
Sujeitos de pessoas gramaticais diferentes
Se houver dois ou mais sujeitos de pessoas gramaticais diferentes, o verbo irá para o plural, concordando com a pessoa que tem precedência na ordem gramatical.
Eu e tu=nósEu e ele=nósEu, tu e ele=nósTu e ele=vósVocê e ela=eles
Marcos e tu fizestes o que havia sido recomendado?Eu e tu estivemos a semana toda estudando, e agora não há o que reclamar.Tu e eu redigiremos o relatório.Eu e o vendedor fizemos um acordo.Tu e o diretor já conhecíeis a política da empresa.Você e a secretária não sabiam que decisão tomar?
Portanto o verbo vai para a 1ª pessoa do plural se entre os sujeitos houver um da 1ª pessoa. Irá para a 2ª pessoa do plural se, não havendo sujeito da 1ª pessoa, houver um da 2ª. Somente irá para a 3ª pessoa do plural se os sujeitos forem da 3ª pessoa.

Se achou que esse é um bom blog, vote no link
"OS MELHORES BLOGS ESTÃO AQUI."
Os links do Google tem sempre uma novidade. Clique.

domingo, 7 de junho de 2009

- GRAFOLOGIA - ESCREVENDO SOBRE O SEU EU


- GRAFOLOGIA -
ESCREVENDO SOBRE O SEU EU

Através dessas perguntas, procuramos esclarecer as dúvidas mais comuns sobre o assunto.

1- O que é Grafologia?
Grafologia é o estudo de várias características do indivíduo através da sua escrita.

2- Quais as características possíveis de identificação pela Grafologia?
Pela Grafologia é possível identificar: tipo de raciocínio, cultura, capacidade de observação, atenção, memória, organização, adaptação, flexibilidade, criatividade, relacionamento, capacidade de liderança, atividade, vontade, reação frente a obstáculos, caráter, sensibilidade, emotividade, temperamento, dinamismo, grau de dependência ou independência, honestidade, franqueza, reações em casos de conflito, capacidade de decisão, susceptibilidade, relações com o dinheiro, sentido de economia.
Também podemos verificar alguns transtornos orgânicos como: problemas circulatórios, respiratórios, úlceras, cálculos de vesícula, uso de álcool ou drogas, estados depressivos, estres, neuroses, problemas de visão.

3- Como surgiu a Grafologia?
A verdadeira origem da Grafologia se perde no tempo.
Alguns falam que os chineses há milhares de anos, já a estudavam. Outros dizem que foi com Aristóteles e o historiador romano Suetonio. Mas, o primeiro livro conhecido sobre o assunto é de 1622, "Como Reconhecer o Caráter e os Atributos de uma Pessoa Através de um Documento Escrito”, de Camillo Baldo, um médico italiano, professor da Universidade de Bolonha que estabeleceu uma primeira normatização sobre o assunto.
No final do século XIX, o abade francês Jean-Hippolyte Michon publicou o livro “Les mystères de l’écriture” onde surgiu o estudo mais científico da grafologia, termo este criado por ele.
Crépieux-Jamin (1858-1940) é considerado o responsável pela grafologia moderna, levando o rigor científico ao seu estudo.
Muitas escolas de grafologia surgiram em várias partes do mundo como Alemanha, Espanha, Suíça, Estados Unidos, mas o berço da grafologia está na Itália e na França.

4- E a Grafologia no Brasil, como surgiu?
O primeiro trabalho científico sobre grafologia no Brasil é de 1900, “A Grafologia em Medicina Legal” feito pelo médico baiano, Dr. José Antonio de Gouveia Costa-Pinto, como tese de doutorado aprovada com distinção na Faculdade de Medicina e Farmácia da Bahia.
No final dos anos cinqüenta é que surgem outras publicações sobre o assunto, no Brasil, entre elas os estudos de Arthur Sab, Betina Katzenstein-Schoenfeldt, Edson Bellintani, Cacilda Cuba dos Santos e Odette Serpa Loevy

5- Quais são as áreas em que a Grafologia pode ser utilizada?
Seu campo de utilização é muito grande, porém as áreas onde é mais utilizada são: área psicológica e terapêutica; área médica; área empresarial; área educacional; área judicial.

6-- Como é utilizada na área terapêutica?
A identificação das características da pessoa agiliza o trabalho do psicólogo ou qualquer outro terapeuta que necessite desses conhecimentos, auxiliando na identificação das áreas de conflito, verificando a melhor forma de conduzir o processo.

7- Como é utilizada na área médica?
Muitos problemas de saúde são identificados pela escrita, algumas vezes até antes de surgirem os sintomas. Dessa forma, um médico pode solicitar exames específicos para comprovar a doença.
Também é muito utilizada para acompanhar a evolução da recuperação de pacientes, principalmente após cirurgias.

8- E na área empresarial?
É onde é mais utilizada no Brasil.
Utiliza-se na seleção de pessoal, avaliação de desempenho, orientação de carreiras, promoções, entre outras.

9- E sua utilização da área educacional?
Muito útil para identificar a origem de problemas emocionais na criança ou adolescentes; auxilia a verificar as causas das dificuldades de aprendizagem e também em orientação vocacional.

10- Como a Grafologia é utilizada na área judicial?
Na identificação da legitimidade de letras e assinaturas; falsificações; tipo psicológico de criminosos e muitas vezes até de suas características físicas.

11- Qual a vantagem da Grafologia sobre outros testes?
Sua vantagem está na simplicidade de sua aplicação e sua rapidez (basta a pessoa escrever algo numa folha em branco) e na abrangência de seus resultados (um teste apenas para identificar várias características).

12- Como é feito o teste?
Solicita-se que a pessoa escreva algo em letra corrente, com caneta ou lápis, numa folha de papel sem pauta, com o mínimo de 20 linhas.

13- É possível fazer essa avaliação a partir de um outro documento qualquer, como uma carta, um caderno escolar, um cartão de felicitações?
Sim, a avaliação pode ser feita a partir de qualquer material que contenha a escrita de uma pessoa, porém não é o ideal, já que há vários fatores que podem interferir na escrita como, por exemplo, local onde foi escrito (numa mesa, num veículo em movimento, sobre uma almofada), rapidez (a pessoa quando escreveu estava com pressa ou nervosa), problemas de visão (estava sem óculos ou num ambiente escuro), entre outros.
Nesses casos, solicita-se então, o maior número possível de documentos escritos pela mesma pessoa. Mas o correto seria seguir as normas pré-estabelecidas, num local adequado, próprio para o objetivo da avaliação.

14- O que é analisado na escrita?
Basicamente são analisadas as ordens da escrita, as margens, o tamanho das letras, sua inclinação, a direção das linhas, a pressão dos traços, a rapidez, a forma, entre outros detalhes mais específicos. Na verdade, todo os traços e movimentos feitos são avaliados.

15- Como se tornar um grafólogo?
No exterior, os cursos de Grafologia são quase todos feitos em universidades, com duração de até 5 anos . No Brasil já existem alguns em nível de pós-graduação, e muitos cursos livres oferecidos por profissionais autodidatas ou que estudaram no exterior. Mas é necessário ter cuidado pois há muitas pessoas despreparadas exercendo a profissão ou ministrando cursos, visto que não há nenhum órgão regulador oficial da profissão no Brasil .
Se achou que esse é um bom blog, vote no link
"OS MELHORES BLOGS ESTÃO AQUI."
Os links do Google tem sempre uma novidade. Clique.