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sexta-feira, 7 de agosto de 2009

6º Forum Internacional de TV Digital



Para maiores informações acesse o site: http://www.ietv.org.br/festival2008/programacao_rj.php

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Campanha Saco é um saco

Saco é um saco
Com esse lema, o Ministério do Meio Ambiente lança campanha para consumo consciente de sacolas plásticas, que já atingem a marca alarmante de 12 bilhões por ano no país


Todo mundo sabe que as sacolinhas de supermercados são um grande problema ambiental. Depois que o consumidor chega em casa e organiza suas compras nos devidos lugares, elas viram um amontoado de material desnecessário e de destino incerto. Por isso, o MMA - Ministério do Meio Ambiente - lançou, em 23 de junho, a campanha “Saco é um saco: Pra cidade, pro planeta, pro futuro e pra você”.

A iniciativa será veiculada na televisão e cinema (com dois filmes de curta duração - de junho a dezembro -, que também ficarão disponíveis também no You Tube), internet, rádio, jornal e revistas, além de fazer uso de marketing viral e prever a distribuição de folhetos. A campanha foi dividida em quatro fases e inclui avaliação final.

O plástico leva cerca de 400 anos para se decompor nos aterros sanitários ou nos lixões e o uso de material descartável em excesso resulta no acúmulo de lixo que vai parar nos bueiros, nos rios e nos mares, matando animais, demandando altos investimentos do governo para limpar essa bagunça e piorando a qualidade de vida das pessoas.

São distribuídas, no mundo, entre 500 bilhões e um trilhão de sacolas plásticas por ano. Um produto que têm custo zero para o cliente, mas requer injeções de recursos para solucionar as complicações que elas causam a longo prazo.

Por que as pessoas insistem, afinal de contas, em fazer uso das sacolinhas? Uma das causas, de acordo com o Ministério é uma característica da sociedade brasileira: o reuso para o acondicionamento de lixo, que acontece em todas as classes sociais. Introduzidas na década de 1980, elas causaram uma revolução na coleta de lixo, principalmente para as populações de classe baixa, que não compravam – e ainda não tem o costume de comprar - sacos de lixo por causa do preço.

Esse é um dos aspectos que a campanha abarca para pregar que, enquanto menos de 10% dos municípios brasileiros contam com sistemas de coleta seletiva, ainda não é possível falar em abolir as sacolas plásticas. A iniciativa situa o problema no âmbito do consumo consciente e vai investir em parcerias com estabelecimentos e material de divulgação.

O consumo sustentável é a abordagem principal do Processo de Marrakech, um programa do PNUMA - Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente - que incentiva os países participantes a realizar ações de mudanças na produção e no consumo. O Brasil aderiu ao Processo em 2003 e se comprometeu a fazer dele uma diretriz do MMA.

Outras opções vêm sendo estudadas pelo MMA, como os oxi-biodegradáveis e dos chamados bioplásticos. Os primeiros, segundo o Ministério, não resolvem por si só os problemas ambientais causados pelas sacolas plásticas descartadas como lixo ou como recipiente para o lixo. Além disso, o fato de ser biodegradável pode levar à sociedade a pensar que o material irá se decompor naturalmente, o que incentivaria o descarte irresponsável.

O plástico oxi-biodegradável é que, sob certas condições de luz e calor, se fragmenta e torna o manejo desses resíduos mais complexo porque ainda não foi determinado o seu impacto.

Quanto à tecnologia dos bioplásticos, que podem ser biodegradáveis e compostáveis, o MMA entende que deve ser incentivada no Brasil, como já acontece em outros países. No entanto, no que diz respeito ao uso do bioplástico para a confecção de sacolas, existe uma ressalva importante: sem a implementação de uma política de coleta seletiva, de sistemas de compostagem e biodigestores, a aplicação deste material agravaria a situação dos depósitos de lixo no que diz respeito ao acúmulo de resíduos orgânicos, liberando mais gases de efeito estufa como CO2 e CH4.





Manoella Oliveira
Planeta Sustentável - 22/06/2009

Alimentos Transgênicos


Alimentos Transgênicos


Aproximadamente treze mil anos, agricultores iniciaram um lento processo de melhoramento pela seleção das sementes das melhores plantas, descobrindo as primeiras alterações genotípicas. No início do século XX, após a divulgação das pesquisas de Gregor Mendel, que forneceram as bases para o entendimento e a manipulação da hereditariedade, aumentaram consideravelmente a produtividade agrícola.
Entre 1970 e 1980 Foram anos fortes para as grandes transformações da biologia com a descoberta da organização, do funcionamento e da variação do material genético dos seres vivos. Desse conhecimento, decorreram tecnologias que permitiram novas combinações genéticas.
O que são alimentos transgênicos?
São produzidos pela transferência controlada de genes de uma espécie para outra, sem efetuar cruzamentos, com o objetivo de introduzir uma única característica desejada.
Neste programas de melhoramento, são consideradas as seguintes características: aumento da produtividade, resistência às pragas e doenças e qualidade nutricional dos itens cultivados, onde são considerados teor de sacarose e vitaminas, qualidade do óleo e gosto dos alimentos.
As possibilidades de transformação genética em plantas utilizadas como alimento humano são enormes: arroz rico em vitaminas, tomate com elevado teor de licopeno para prevenção do câncer, amendoim sem proteínas alergênicas, bananas contendo vacinas, soja com óleo mais saudável para a dieta de pacientes cardíacos.
A bactéria Bacillus thuringiensis apresenta um gene de interesse, adequado para se introduzir em uma planta que serve como alimento, já que ela produz uma determinada proteína que causa mortalidade de lagartas de borboletas e mariposas ( proteína Cry 1A) e outra que mata larva de besouros ( proteína Cry 3A). Estas lagartas e larvas são pragas para lavouras de milho, algodão, batata, etc. Neste caso, o gene de interesse é o responsável pela produção desta ou daquela proteína. Este ou aquele gene será introduzido na semente de milho, algodão, batata, afim de que a própria planta passe a produzir a proteína que é tóxica para as lagartas ou larvas, tornando-se capaz de defender-se das pragas.
Desvantagens deste alimentos:
São apontados riscos para o meio ambiente e para a saúde do consumidor:
Os principais receios são os riscos do escape gênico, ou seja, de os transgenes se espalharem no meio ambiente por cruzamento natural entre as variedades geneticamente modificadas e seus parentes silvestres, tornando – os difíceis de controlar. Outro receio diz respeito aos efeitos adversos dessas variedades sobre os insetos benéficos. Essas e outras questões de segurança desses produtos são exaustivamente analisadas antes da liberação de qualquer um deles para o consumo e o plantio comercial.
Finalmente, deve ser considerado o impacto econômico produzido pelo cultivo e pela comercialização desses alimentos: quem os colocar no mercado poderá obter lucro, mas acabará excluindo produtos do mercado, podendo criar um monopólio, levando à falência de pequenos agricultores.

Fonte: www.abhorticultura.com.br



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