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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

RITUAIS DE VIDA SAUDÁVEL!

FONTE: http://www.profissaobeleza.com.br/fome-e-saciedade-ma-17.html ACHEI ESTA MATÉRIA BEM LEGAL E RESOLVI COLOCAR AQUI NO BLOG COMO A PRIMEIRA POSTAGEM DE 2010. PRA QUEM ESTÁ QUERENDO COMEÇAR UMA DIETA, ASSIM COMO EU COMECEI A MINHA,AÍ VAI UMA BOA DICA... A MATÉRIA CASA COM UM VÍDEO PORTUGUES QUE ENCONTREI E ACHEI BEM BACANA TAMBÉM
APROVEITEM BEM A DICA.

FOME E SACIEDADE
A fome é normal e bem vinda. Nada como comer com fome. Tudo parece mais gostoso e atrativo. “É exatamente porque sentimos fome que protegemos nossos estoques de energia e mantemos nossos níveis de açúcar dentro de uma faixa normal, para atender às nossas demandas. Três ou quatro horas depois de uma refeição, na medida em que nossos níveis de açúcar no sangue começam a cair, ocorre um estímulo progressivo nos centros neurológicos da fome no cérebro e buscamos comida. Respeitar esse tempo entre uma refeição e outra é nosso principal aliado para sentirmos “uma fome normal”, defende a endocrinologista Ellen Simone Paiva, diretora do CITEN, Centro Integrado de Terapia Nutricional. Há uma crença equivocada de que a sensação de fome está alterada nas pessoas que comem muito e/ou que são obesas. “Muitas delas chegam ao consultório desejosas de tomarem algum medicamento que sacie a fome. A crença é de que essas pessoas têm mais fome do que as demais pessoas que comem menos. Grande equívoco. As pessoas que comem mais e/ou são obesas têm na realidade uma grande falha nos sinais de saciedade”, informa a médica. Ou seja, comem, não se sentem saciadas e continuam comendo. Mesmo assim, muitas vezes, até interrompem a refeição, mas mediante um grande esforço, pois comeriam muito mais se pudessem. “É natural e corriqueira a ligação de fome à ansiedade. Nesses casos, comemos automaticamente ou regidos por impulso. Isso não é fome. Nessas ocasiões, geralmente, comemos alimentos que gostamos muito, que causam prazer. Muitos pacientes dizem acalmar-se ao ingeri-los”, alerta Ellen Paiva, que também é médica nutróloga. O consumo de alimentos pouco palatáveis nessas ocasiões ou o impulso de comer alimentos que nem apreciamos já se configura num quadro mais grave de ansiedade e a possibilidade da ocorrência de compulsão alimentar. Isso tanto é verdade que, nesses casos, é equivocada a utilização de medicamentos para abolir a fome, pois as pessoas continuam a comer compulsivamente guloseimas e a beliscar, passando a abolir o que é mais importante, as refeições básicas. “Além da ansiedade, a fome está associada às alterações do humor. Encontramos quadros de depressão, onde os pacientes aumentam muito o consumo de alimentos, mas os casos mais graves estão relacionados à total inapetência e perda de peso. Essas formas de doenças psiquiátricas que influenciam os sinais de fome e saciedade revelam claramente o perfil anormal do apetite e sua nítida diferença das formas normais de fome”. Vamos treinar a saciedade “Uma vez que ganho de peso e obesidade estão relacionados muito mais com sinais de saciedade comprometidos do que com fome excessiva, precisamos treinar alternativas para melhorar nossa saciedade”, recomenda a médica.
Veja a seguir o que o vídeo sugere:

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