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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

ILHA GRANDE RECLAMA DO PREJUíZO CAUSADO PELAS NOTÍCIAS IMCOMPLETAS !

NOTÍCIAS E ESCLARECIMENTOS SOBRE EFEITOS DA TRAGÉDIA EM BANANAL.

Contestando a equivocada informação propagada na mídia em geral de que
a Ilha Grande corre perigo e que as estradas estão bloqueadas.
As 15h30minas de 04/01 obtivemos da Defesa Civil, em Angra dos Reis, a informação de que a Rodovia Rio-Santos / BR-101 está liberada, o acesso a cidade de Angra dos Reis está liberado, o embarque para todas as localidades da Ilha Grande está liberado com exceção da Praia do Bananal, local da tragédia, que está interditada. Também consultamos as empresas que fazem transporte entre Rio e Paraty, estas também confirmam que as estradas estão livres. O telefone da Defesa Civil é (24) 3377 7480 / 3365 4588 / 3377 7991.

Esclarecimento:
As comunidades da Ilha Grande que não foram afetadas estão sofrendo com a informação INCOMPLETA, amplamente divulgada. Os pousadeiros, comerciantes, barqueiros, guias de turismo fazem um apelo para que os turistas não deixem de vir, que não cancelem suas reservas de hospedagem e passeios, Com isso, conseguiram com que a TV fosse até Abraão para mostrar a população que os serviços estão operando normalmente, ou seja, procurar minimizar o prejuízo causado.
Para efeito de esclarecimento, comparemos a Ilha Grande a uma cidade grande com vários bairros. A Vila do Abraão que é a comunidade onde se concentra a maior atividade turística de toda a Ilha, cerca de 80%, está distante 10 km de Bananal, onde ocorreu a tragédia.

Como está a situação atual nas principais comunidades da Ilha Grande:
Abraão não foi afetada, todos os serviços estão operando normalmente, energia elétrica (com interrupções momentâneas, normais nesta época), água, telefone, internet, serviços, passeios, as barcas, escunas e catamarãns estão normalmente realizando o transporte marítimo diário.

Matriz, Sítio Forte, Araçatiba, praia vermelha e Provetá ainda estão sofrendo sem energia elétrica e telefonia fixa (somente celular funciona). E amargando os muitos cancelamentos de reservas e esvaziamento de turistas. Embora não tenham sofrido problemas graves com deslizamento de terras. O transporte marítimo com o continente está ativo normalmente.
Estradas de acesso para a Ilha Grande:
A Rio-Santos está liberada em toda a sua extensão, para quem vem do Rio (em meia pista no KM 474, próximo a Angra) ou de Ubatuba - SP. Outra opção para chegar até Angra é usar a via Dutra / BR-116 até Barra Mansa - RJ, acessando a RJ - 155.
Sobre cancelamentos de reservas de hospedagem e devoluções:
A sugestão é que prevaleça o bom senso, para que seja bom para as duas partes. De um lado o turista que deve ser compreendido em seu temor decorrente dos acontecimentos, que naturalmente não quer pagar pelo serviço que comprou e não quer mais usar. De outro lado, os pousadeiros como vitimas das chuvas e dos noticiários, como destacado no título deste texto, sofrendo baixas de reservas no período de maior movimento, os 20 primeiros dias de janeiro.

links do google, tem sempre uma coisa interessante pra você, CLICK...

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

RITUAIS DE VIDA SAUDÁVEL!

FONTE: http://www.profissaobeleza.com.br/fome-e-saciedade-ma-17.html ACHEI ESTA MATÉRIA BEM LEGAL E RESOLVI COLOCAR AQUI NO BLOG COMO A PRIMEIRA POSTAGEM DE 2010. PRA QUEM ESTÁ QUERENDO COMEÇAR UMA DIETA, ASSIM COMO EU COMECEI A MINHA,AÍ VAI UMA BOA DICA... A MATÉRIA CASA COM UM VÍDEO PORTUGUES QUE ENCONTREI E ACHEI BEM BACANA TAMBÉM
APROVEITEM BEM A DICA.

FOME E SACIEDADE
A fome é normal e bem vinda. Nada como comer com fome. Tudo parece mais gostoso e atrativo. “É exatamente porque sentimos fome que protegemos nossos estoques de energia e mantemos nossos níveis de açúcar dentro de uma faixa normal, para atender às nossas demandas. Três ou quatro horas depois de uma refeição, na medida em que nossos níveis de açúcar no sangue começam a cair, ocorre um estímulo progressivo nos centros neurológicos da fome no cérebro e buscamos comida. Respeitar esse tempo entre uma refeição e outra é nosso principal aliado para sentirmos “uma fome normal”, defende a endocrinologista Ellen Simone Paiva, diretora do CITEN, Centro Integrado de Terapia Nutricional. Há uma crença equivocada de que a sensação de fome está alterada nas pessoas que comem muito e/ou que são obesas. “Muitas delas chegam ao consultório desejosas de tomarem algum medicamento que sacie a fome. A crença é de que essas pessoas têm mais fome do que as demais pessoas que comem menos. Grande equívoco. As pessoas que comem mais e/ou são obesas têm na realidade uma grande falha nos sinais de saciedade”, informa a médica. Ou seja, comem, não se sentem saciadas e continuam comendo. Mesmo assim, muitas vezes, até interrompem a refeição, mas mediante um grande esforço, pois comeriam muito mais se pudessem. “É natural e corriqueira a ligação de fome à ansiedade. Nesses casos, comemos automaticamente ou regidos por impulso. Isso não é fome. Nessas ocasiões, geralmente, comemos alimentos que gostamos muito, que causam prazer. Muitos pacientes dizem acalmar-se ao ingeri-los”, alerta Ellen Paiva, que também é médica nutróloga. O consumo de alimentos pouco palatáveis nessas ocasiões ou o impulso de comer alimentos que nem apreciamos já se configura num quadro mais grave de ansiedade e a possibilidade da ocorrência de compulsão alimentar. Isso tanto é verdade que, nesses casos, é equivocada a utilização de medicamentos para abolir a fome, pois as pessoas continuam a comer compulsivamente guloseimas e a beliscar, passando a abolir o que é mais importante, as refeições básicas. “Além da ansiedade, a fome está associada às alterações do humor. Encontramos quadros de depressão, onde os pacientes aumentam muito o consumo de alimentos, mas os casos mais graves estão relacionados à total inapetência e perda de peso. Essas formas de doenças psiquiátricas que influenciam os sinais de fome e saciedade revelam claramente o perfil anormal do apetite e sua nítida diferença das formas normais de fome”. Vamos treinar a saciedade “Uma vez que ganho de peso e obesidade estão relacionados muito mais com sinais de saciedade comprometidos do que com fome excessiva, precisamos treinar alternativas para melhorar nossa saciedade”, recomenda a médica.
Veja a seguir o que o vídeo sugere: